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BIOTECNOLOGIA - CIÊNCIA E TECNOLOGIA TRABALHANDO JUNTAS

Encontrar novas e melhores maneiras de satisfazer as necessidades humanas, usando para isso conhecimentos, ferramentas, recursos naturais e energia. Esse é o princípio da Biotecnologia.

Formada por três termos de origem grega: bio, que quer dizer vida; logos, conhecimento e tecnos, que designa a utilização prática da ciência, biotecnologia é o conjunto de técnicas que permite por ex., à Indústria Farmacêutica cultivar microrganismos para produzir os antibióticos que serão comprados na Farmácia ou cultivar células de morango para obter mudas comerciais ou ainda o processo que permite o tratamento de despejos sanitários pela ação de microorganismos em fossas sépticas.

História
O conceito embora pareça novo já era empregado desde a Antigüidade. Afinal, o homem já fazia pão e bebidas fermentadas naquela época. A partir do século XIX, com o progresso da técnica e da ciência, especialmente a Microbiologia, assistimos a grandes avanços na tecnologia das fermentações.

No início do século XX desenvolveram-se as técnicas de cultura de tecidos e a partir de meados do século surgem novos horizontes com a Biologia Molecular e com a Informática que permite a automatização e o controle das plantas industriais.

No final da década de 70 a Engenharia Genética revoluciona a Biotecnologia "clássica" permitindo a transferência de características desejáveis do gene de um organismo para outro.

Hoje a nova Biotecnologia tem lançado vários produtos no mercado mundial.
Biotecnologia

Aplicações
Com uma imensa área agrícola e clima favorável é natural que o Brasil tenha se interessado pelo assunto e suas aplicações na agricultura e pecuária. Mas a evolução das pesquisas, também abriu outros campos: atualmente já se pesquisa até como a biotecnologia pode desenvolver remédios a partir de organismos marinhos.

Hoje, o grande foco comercial está voltado à produção de grãos. Com a globalização, a regulamentação da lei de biossegurança e a própria lei das patentes, muitas organizações passaram a ter que comprovar a existência ou não da presença desses organismos em seus produtos. Assim surgiram os programas de identidade preservada (IPP) que são capazes de rastrear a soja e milho, por ex, desde seu estado puro até a remessa à fase de beneficiamento.

Fonte:
Site do Instituto de Tecnologia ORT, Rio de Janeiro
Site do CIB - Conselho de Informações sobre Biotecnologia.
Site da Sociedade Brasileira de Biotecnologia.

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